Aqui estão textos escritos pela Diretoria e por parceiras.

Posições para amamentar (Parte 1):

 

Variar as posições para amamentar é importante, pois garante que toda a mama vai ser estimulada e evita que o leite fique parado em algum local, o que pode gerar mastite ou obstrução de ducto. É claro que as mães têm preferências por algumas posições e os bebês também, mas conhecer todas as possibilidades pode ser muito útil

 

1 Tradicional: barriga com barriga, bebê levemente deitado. Culturalmente, é a mais comum . Cuide para que a cabeça do bebê não gire para o lado, ou que o bebê fique muito baixo. Apoie a cabeça do bebê no antebraço ou com a mão contrária. Se o bebê usa chupeta ou mamadeira, cuide para que a cabeça fique mais elevada que o corpo.

 

2- Invertida: apoie o bebê no mesmo braço da mama que vai ser oferecida. As perninhas do bebê ficam para trás. Guie a mama com a outra mão. Coloque uma almofada ou travesseiro embaixo do bebê. Essa posição é boa para amamentar gêmeos, bebês pequenos, mulheres com seios grandes ou para bebês que tem preferência por uma mama, porque assim podemos “enganá-los”, colocando eles virados para o mesmo lado da mama favorita.

 

Texto: @cristianasmenezes

Terça é dia de Yoga para o parto e a @elisangelameier nós traz essa partilha linda:


Mudras são gestos que têm o capacidade de purificar e equilibrar as energias do corpo, emoções e pensamentos. Os mais conhecidos são executados com as mãos e os pés, mas os Mudras também podem ser feitos com todo o corpo.


São usados para concentração e expansão da consciência durante a meditação e junto a alguns Asanas durante a prática do Yoga, complementando e até intensificando as qualidades dessas posturas.


Na imagem, as mãos estão em Yoni Mudra: Yoni significa útero ou origem. Quando utilizamos este mudra nossos
sentidos são dirigidos para dentro para encontrar a origem do Ser.

 


Equilibra o sistema reprodutor feminino: alivia TPM, dores de cabeça, cólicas,
distúrbios da menopausa.


📸@jopolastrifotografia

 

Algumas vezes, quando falamos sobre sermos feministas, ouvimos as pessoas dizendo: "Não sou nem feminista, nem machista. Sou 'humanista'".


Acontece que o feminismo não é oposto ao machismo, como já falamos em um post anterior (não leu ainda? Procura aqui no feed!).
O contrário (ou extremo oposto) de machismo é o femismo.


Mas afinal, o que é femismo e qual a diferença entre femismo e feminismo?


O femismo é a idéia de superioridade da mulher. Então, como o machismo, ele prega que um sexo - nesse caso o feminino - é superior a outro (e isso de um ser superior a outro se chama sexismo).


O feminismo luta justamente contra o sexismo, por buscar equidade.


Portanto, a grande diferença entre feminismo e femismo é que o feminismo luta pela equidade e o femismo crê na superioridade da mulher.


Agora, tu já sabes que o feminismo não é sexista, o femismo sim.

O início da amamentação pode ser desafiador para algumas mães. Por isso, algumas dicas podem ajudar para este início:


1- O bebê só conseguirá mamar de maneira produtiva se estiver calmo e bem acordado. Um bebê que chora muito e está irritado pode ser acalmado com a técnica do 5S. Se estiver muito sonolento, retire as roupas do bebê. Ou então aguarde o bebê dar sinais de que está com fome. Importante! Bebês muito sonolentos devem ser avaliados por um profissional de saúde.


2- Procure um lugar em que você possa estar relaxada e tranquila. Se for sentar, garanta apoio para as costas e tente reduzir a tensão nos os ombros. Se estiver muito nervosa, técnicas de relaxamento com música, respiração ou aromaterapia podem ajudar. Estar tranquila é fundamental para produção de ocitocina, hormônio necessário para a descida do leite. Ah, e lembre-se de ter uma garrafinha de água ou suco do lado. Amamentar dá sede!


3- Ao colocar o bebê no seio, mantenha-o alinhado. Se o bebê está com o pescoço virado para o lado, para frente ou para trás, o movimento de sugar e engolir fica muito difícil. Experimente engolir algo com a cabeça virada para o lado ou com o queixo encostado no peito. O movimento se torna difícil e pode até ser dolorido.


4- Tente Segurar o bebê com a mão contrária a mama que vai ser oferecida. O braço passa entre as pernas do bebê, apoia as costas e com as mãos segura a cabeça e o pescoço. Assim você consegue controlar melhor a altura do bebê ao levar ele até o seio . Ao mesmo tempo, segure a mama que está sendo oferecida com a outra mão. Os quatro dedos dão suporte na parte de baixo do seio enquanto o dedo polegar fica na parte de cima. Assim, você utiliza uma mão para controlar o bebê e a outra para posicionar a mama.


5- Para ajudar na pega, mire o mamilo no nariz do bebê e esfregue levemente na parte superior do lábio. Quando a boca estiver bem aberta, introduza o mamilo. Se a pega der errado, retire o bebê do seio colocando o dedo mindinho no lugar no bico e comece novamente.

 

 6- Como saber que a pega está correta? O bebê tem a boca bem aberta, os lábios estão virados para fora (nem sempre isso será visível, principalmente o lábio de baixo), o nariz livre, a aréola está em grande parte dentro da boca do bebê e a bochecha fica bem redondinha. Os principais sinais de pega incorreta são dor, fissuras e baixo ganho de peso.

 

 

 

Que os bebês humanos nascem imaturos neurologicamente falando nós sabemos. Sabemos que eles PRECISAM de contato pele a pele, carinho e segurança nos primeiros meses de vida e que as crianças humanas se desenvolvem melhor em ambientes amorosos e respeitosos.
No entanto, nem todas as mães podem, querem, conseguem ser a única pessoa responsável por esse acolhimento. Temos, infelizmente, muita herança Freudiana nas teorias que falam do vínculo mãe x bebê. A menos de 30 anos atrás de atribuía o autismo a falta de maternagem, o que é um completo equívoco, já cientificamente comprovado.
Vendemos a ideia de que a rede de apoio garantiria as condições para que a mãe possa apenas se dedicar aos cuidados com o bebê, tendo as outras necessidades supridas por terceiros. Como se cuidar de um bebê fosse aquela delícia de filmes, dormir abraçadinhos, mamar lindamente a mãe plena.
Isto, além de não ser verdade, acaba levando muitas mulheres a ter um puerpério muito mais difícil. Somente a mães produzem leite, mas todas as demais atividades podem e devem ser divididas para que a mulher possa se desligar da função materna por alguns momentos e se ver novamente como um sujeito.
É urgente mudar o discurso. Parar de romantizar a maternidade e esquecer que por trás de cada mãe, existe um ser humano cujas necessidades extrapolam as necessidades de sobrevivência. Pensar em saúde mental no puerpério é olhar individualmente cada mulher e tirar a carga que é historicamente atribuída às mulheres.

Texto: @germinarpsicologia

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